22 de julho de 2009
Faltou recarregar uma coisa na migração: as imagens e arquivos que eu havia colocado à disposição de vocês aqui no site. Elas estão novamente no ar, inclusive o compêndio de fontes. Oops! Faltou as fontes élficas novamente! Hoje à noite eu faço o upload. Perdão pelo transtorno.
Se algo mais estiver quebrado, não temam em entrar em contato.
18 de julho de 2009

Fonte: TolkienGateway.net
Roman Rausch escreveu no dia 1º de julho um novo artigo em seu site, Sindanórië, um artigo sobre o dialeto Mithrimin do Sindarin.
O dialeto Mithrimin recebe seu nome por ser próprio dos habitantes da região de Mithrim, no noroeste de Beleriand. Nessa área morava Fingolfin e seus descendentes quando se assentaram no continente no início da Primeira Era do Sol. Assim como todos os Noldor exilados, Fingolfin e seus súditos aprenderam a língua dos Sindar rapidamente, mas o Quenya influenciou a sua pronúncia, da mesma forma que um italiano seria influenciado por sua língua mãe enquanto tenta falar galês. O resultado é um Sindarin muito mais “duro”, com menos fricativas. Os filhos de Fëanor e seu povo também utilizaram esse dialeto, embora com algumas diferenças devido à distância entre os territórios habitados por cada um.
17 de julho de 2009
Como escrevi antes, busquei alternativas para a hospedagem anterior e encontrei abrigo com a BlueHost, onde tenho um site com alguns amigos dos Estados Unidos.
Não deve haver muita diferença na velocidade para vocês visitantes, mas se houver, fiquem a vontade para me avisar. Teoricamente terei meu e-mail funcionando novamente hoje ainda, mas no máximo amanhã.
Agradeço a compreensão de todos.
6 de julho de 2009
Bem, como quem ainda visita este site deve ter percebido, o site passou um bom tempo fora do ar. Vou fazer o possível para que isso não aconteça novamente.
Gostaria de aproveitar e desejar feliz aniversário à Valinor! Parabéns pessoal!
13 de junho de 2009
Uma dica interessante vinda de uma discussão na Elfling. Dia 6 de junho, C.L.H. Harding enviou uma mensagem perguntando qual seria a melhor forma de traduzir “Os Desapropriados”, um título para a Casa de Fëanor, para a língua mãe deles, o Quenya. Suas traduções seriam Úharyana e Alaharya.
No centro dessa questão estão dois prefixos: tanto ú- e al(a)- têm função negativa. Como escolher entre um e outro?
Uma dica do Helge Fauskanger: “O prefixo ú- expressa mais do que mera negação, ele muitas vezes tem uma conotação maligna.” Com base nisso, ele sugere Úharyalar.
Eu sugiro a leitura das outras mensagens daquela discussão àqueles que gostariam de mais informações. Você pode encontrá-las neste link.
2 de junho de 2009
O autor do site Amanye Tenceli, Måns Björkman, notificou os leitores da Elfscript 2 que houve uma atualização no artigo sobre pontuação em Tengwar. As modificações foram sugeridas por B.P. Jonsson e “Mach” Wust.
Para ver o artigo revisado, clique aqui. Para ver a discussão que gerou a revisão, veja a mensagem 111 da lista Elfscript 2 (no fim da página há o link para todas as mensagens derivadas da original. Para seguir a Elfscript 2, clique aqui.
15 de maio de 2009
Atualizei o Compêndio de Fontes Élficas para a versão 3, e você já pode baixá-la aqui. Desta vez tive certeza de que o registro do Windows é atualizado, o que deve fazer as fontes instalarem automaticamente sem qualquer problema.
A pasta que você escolhe na instalação é para onde a documentação das fontes vai, não as fontes em si. Se você precisa saber qual tecla corresponde a qual caractere, vá até aquela pasta e veja a documentação.
Alguma dúvida sobre as escritas élficas (escritas, não línguas!), dê uma olhada no artigo “O que você sempre quis saber sobre Tengwar“.
15 de maio de 2009
Gostaria de parabenizar o Helge Fauskanger e a Ardalambion pelo 12º aniversário do site. Foi lá que eu comecei a estudar as línguas élficas, portanto tem um lugar no meu coração sempre.
13 de maio de 2009
Fiz alguns pequenos ajustes na tipografia do site, para deixá-lo mais legível e agradável.
Os links voltam a ser verdes, mas desta vez sem sublinhado. Segundo, os títulos têm um sombreado que é visível se você estiver usando o Mozilla Firefox 3.5b5 (não sei do 3.0.10), o Google Chrome ou o Safari, deixando a identificação desses elementos mais fácil.
Aos usuários do Internet Explorer, que ainda são mais da metade das minhas visitas, eu gostaria de recomendar o uso do Google Chrome no momento, porque ele é o mais seguro que eu conheço. Quando vou trabalhar em um escritório é ele que eu instalo.
Quem possuir a fonte Neue Helvetica Pro da Linotype e a Adobe Garamond Pro vai notar que eu configurei para que elas sejam as fontes primárias. Vai também notar que todos os navegadores no Windows, exceto o Safari 4, possuem uma renderização horrenda dessas fontes. Ná coivië! Ao menos elas são bonitas em um navegador!
Por fim, eu consertei um erro que havia me escapado na mudança de layout: a classe de CSS .tengwar estava desconfigurada. Quem for na página das fontes élficas com elas instaladas poderá ver normalmente as Tengwar agora.
26 de abril de 2009
Não é nenhuma novidade que as línguas élficas tendem a não possuir palavras um tanto comuns para nós, mas eu não esperava que “harmonia” fosse uma delas, como descobri ontem conversando com meu caro amigo Phreddie.
Contudo, não é de ficar muito espantado. Nas quatro vezes que a palavra aparece n’O Silmarillion, três são no contexto musical. A última é Ilúvatar falando como os humanos não utilizariam seus dons em harmonia com os dos elfos. Não há um único uso da palavra harmonia em O Senhor dos Anéis ou O Hobbit, enquanto o Contos Inacabados traz “harmonia” novamente no contexto musical na história de Tuor.
Sabendo que Tolkien é muito cuidadoso com as palavras, é bem provável que ele não quisesse que a palavra “harmonia” fosse separada de sua conotação musical. Nesse caso a etimologia grega com o significado original literal “meio de unir” segundo o Online Etymology Dictionary não ajuda. A palavra anglo-saxã, contudo, ajuda: án-swége, literalmente “um som”, é um ponto de partida muito melhor.
Palavras para “um” não faltam: min e minë são ambas palavras válidas, assim como o prefixo er-. Para “som”, a que eu utilizaria seria lin, que Tolkien dá como “um som musical” em Cartas:293. Com Korlaire em MR:107 sendo o único exemplo que eu conheço do encontro consonantal -rl-, eu chegaria relutantemente à palavra erlin (erlind-) como a minha tradução de án-swége para Quenya.
Não tenho muita certeza de como proceder em Sindarin. Er- pode ser utilizado nessa língua, mas S. lind (reconstruído do N. lhind, lhinn) seria o cognato do Q. lindë “ária, melodia”. Eu não sei se o S. lîn (N. lhîn) “piscina” poderia ou deveria possuir uma palavra homófona. Na melhor das hipóteses, teríamos provavelmente erlin em Sindarin também.